Cases - Tecniplas: sinônimo de excelência na transformação de compósitos

Fabricante de tanques, tubos e equipamentos especiais, empresa acaba de completar 45 anos de atividades ininterruptas

Tecniplas: sinônimo de excelência na transformação de compósitos

Tecniplas: sinônimo de excelência na transformação de compósitos

Líder brasileira em tanques, tubos e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas acaba de completar 45 anos de atividades ininterruptas. Situada em uma área de 32 mil m² na cidade de Cabreúva, no interior de São Paulo, a companhia foi adquirida pelos atuais controladores, a família Rossi, em 1992.  

Mais do que celebrar a data – um feito em se tratando de uma empresa brasileira, diga-se –, a Tecniplas quer seguir se diferenciando no mercado através da performance dos seus produtos, observa Luis Gustavo Rossi, diretor.  

“Adotamos um patamar de tecnologia e qualidade diferente do que, em regra, é utilizado hoje em dia no Brasil. A Tecniplas atua há 45 anos na fabricação de reservatórios, tubulações e equipamentos que trabalham com produtos químicos altamente corrosivos, além de água e esgoto. Temos, portanto, um enorme histórico de aplicações bem-sucedidas para compartilhar”, resume.  

Só de tanques o número já passa de 7 mil, calcula Rossi, volume que se soma a quilômetros de tubos e centenas de colunas, chaminés, scrubbers e torres de vinhaça, entre outros equipamentos especiais. “Todos fabricados de acordo com normas técnicas brasileiras ou internacionais e sob um rígido controle em termos de qualidade de matérias-primas, processos e rastreabilidade”.   

Os reservatórios, tubulações e equipamentos da Tecniplas são consumidos principalmente por empresas cujo tipo de operação é bastante complexo, a exemplo de fábricas de papel e celulose, usinas de álcool e plantas químicas.  

A Tecniplas também tem crescido no setor de saneamento básico, combinando a sua elevada expertise técnica com as vantagens típicas dos compósitos – se processado de acordo com as normas técnicas, o material supera o concreto e o aço em termos de durabilidade e custo-benefício.     

É tão bom e dura tanto que, infelizmente, demoramos para vender outro”. Dita em tom jocoso, essa frase costuma ser ouvida nos corredores das empresas que processam os compósitos. Ou melhor, das que moldam o material de acordo com as normas, caso da Tecniplas. Por exemplo, em 2019 a empresa substituiu dois tanques que havia fornecido para um cliente argentino no longínquo ano de 1981. E é do mesmo ano o reservatório que ainda está em operação em outro cliente da Tecniplas – neste caso, uma empresa do interior de São Paulo.