Cases - Tanques de PRFV são alternativa na armazenagem gênero Alimentício

Mais leves e extremamente resistentes à corrosão, reservatórios de plástico reforçado com fibras de vidro dispõem de Laudo de Inocuidade para o contato com alimentos.

Tanques de PRFV são alternativa na armazenagem gênero Alimentício

Tanques de PRFV são alternativa na armazenagem gênero Alimentício

No Brasil o setor de alimentos e bebidas costumava optar exclusivamente por tanques de aço – ligas 304 ou 316 – para armazenar água potável e produtos acabados, como sucos, chás, polpas e molhos. Esse cenário vem gradativamente mudando com a ascensão dos reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).


“Os tanques de PRFV ganham espaço no mercado de alimentos e bebidas graças ao peso menor do que o aço, o que implica em redução no custo com as fundações, e à elevada resistência à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, líder brasileira em reservatórios e equipamentos especiais de PRFV.


Desde quando começou a atender empresas que produzem gêneros alimentícios, a Tecniplas forneceu cerca de cem tanques. “Alguns deles, por exemplo, foram adquiridos pela Asteca Hinomoto, de Presidente Prudente (SP), para a armazenagem de extrato de shoyu. Seguem operando regularmente até hoje".


Para estar apto a ter contato com itens de consumo humano, os tanques de PRFV da Tecniplas são produzidos com resinas que possuem o Laudo de Inocuidade, conforme exigido na Portaria de Consolidação nº 5, de 28/09/2017, do Ministério da Saúde – Anexo XX (antiga Portaria 2914/2011).

“Em paralelo, temos investido na realização de ensaios ainda mais específicos para atender esse segmento, entre eles, o teste de rugosidade de superfície. Dessa forma, podemos cumprir todas as condições sanitárias mais exigentes quando o assunto é o armazenamento de produtos acabados”, completa o diretor da Tecniplas.